Todos nós pensamos o tempo todo… Consciente ou inconscientemente, estamos criando pensamentos. Ás vezes, até queremos uma “trégua”, mas eles insistem e persistem dentro das nossas cabeças.
Muitas pessoas acreditam que os pensamentos são somente combinações de reações químicas ocorridas no cérebro. Porém não é só isso:
“Os pensamentos têm forma. Cuidado com o que pensa… Você pensa, você está…”
Só entendi a colocação dela alguns anos depois: os pensamentos são criações vivas, que adquirem comportamentos próprios, com características de quem os criou.
Se pensarmos através dessa lógica, nós somos os “donos” dessas criações. Então, se somos “os senhores” de nossos pensamentos, temos poder sobre eles e podemos governá-los, fazendo-os cumprir o que foi determinado por nós.
Mas, como eu disse no início deste post, criamos os pensamentos tanto de forma consciente como inconsciente. Cuidar dos pensamentos conscientes já é trabalhoso… Imagine, então, o que acontece com aqueles pensamentos que não “sabemos” que estamos tendo… Muitos deles adquirem vida própria e se tornam “errantes” e, através deles, afetamos negativamente a nós mesmos, a pessoa “pensada” e todo o ambiente.
“O pensamento focalizado e intensificado sobre um objetivo específico, é capaz de plasmar uma forma, uma porção de essência, respectiva àquele pensamento…” – Muitos pesquisadores achavam essa afirmação totalmente sem fundamento e absurda e realizaram alguns experimentos para comprovar isso:
Em 1895, um médico francês, Hippolite Baraduc, tentou concentrar seus pensamentos sobre placas de filmes virgens. As impressões ocorreram e assemelhavam-se a imagens abstratas que simbolizavam sentimentos e impressões mentais com amor, ódio, medo, felicidade, piedade, etc
Por volta de 1900, um médico japonês, N.T. Furukai, realizou experiências com um sensitivo/médium, de nome Nagao, que conseguiu impregnar filmes com símbolos da escrita japonesa.
Depois disso, um alcoólatra e psicopata sob tratamento psiquiátrico, Ted Serios, participou de experimentos controlados. Ele ficava olhando fixamente para a lente de uma máquina polaroid. Ele conseguiu transportar para os filmes imagens mentais, inclusive de locais que não mais existiam.
Diante de todas essas evidências é inquestionável que os pensamentos têm forma e, quando são criados, adquirem vida! E a força de vida deles é a força mental de quem o emitiu! Sintam a responsabilidade disso!!
Quando você pensa coisas do tipo: “Não vou conseguir finalizar esse trabalho”, “Acho que estou ficando doente”, “Nunca vou encontrar alguém legal na minha vida”, você está “formatando” isso no universo e vai, com certeza, atrair para você o que pensou. O inverso também é verdadeiro: Você também “formata” o que é harmônico e equilibrado através de pensamentos positivos.
É preciso manter a atenção sobre o que pensamos, criando pensamentos conscientemente e colocando força para que só os pensamentos nobres sejam alimentados. Mas, como somos humanos e falíveis, muitas vezes pensamos algo ruim… Nesses momentos, substitua a imagem mental criada pelo seu pensamento ruim por uma imagem contrária, mentalizando a palavra “inconstância”.
Vou exemplificar: Se eu pensei que não vou conseguir o emprego que desejo e mereço, substituo, imediatamente, esse pensamento ruim pela imagem de uma pessoa me telefonando, contando que o emprego é meu e eu estou comemorando isso. Entre o primeiro pensamento (ruim) e o segundo pensamento (bom), mentalizo a palavra inconstância. Quando falo esta palavra, “quebro” a força do pensamento ruim…
Com a técnica citada acima, geramos a oportunidade, para nós mesmos, de identificarmos e dominarmos os nossos pensamentos, além de redesenharmos a ação deles no universo. Lembre-se: É você quem desenha a sua vida de acordo com aquilo que você pensa e sente.
Claudia Michepud Rizzo
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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